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Fabulações e confabulações de um eremita moderno.

terça-feira, junho 19, 2001

O que me dizei do que não pode ser dito?
E o que sentis do que não conseguis exprimir por palavras o que vos avoluma o pensamento?
Palavras... palavras... como martelos maçantes a ribombar por cérebros dormentes, elas pulsam por sair, e tonitroam pela eternidade de duas linhas...
Duas linhas... queria dizer duas linhas, apenas, acerca da dor de escrever...
A dor é tanta, porém, que me calo anto o silêncio que me proporciona uma folha de papel cibernético...
Pulsa o cursor, pulsam minhas mãos, latejam-me os dedos, e escrevo do que não sei...
O Eremitério Protista.
Confabulações e fabulações de um eremita moderno...
Meus pensamentos são força viva que se avoluma e se adensa, num ruflar de palavras talvez inúteis, porém construtivas...
Ouvi, lede e comentai.

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